Hellsing

RPG sobre o anime Hellsing
 
InícioPortalBuscarRegistrar-seConectar-se

Compartilhe
 

 Fichas

Ir em baixo 
AutorMensagem
Sir Integra Hellsing
Administration
Administration
Sir Integra Hellsing

Feminino Origem : Inglaterra

Fichas Empty
MensagemAssunto: Fichas   Fichas EmptyQua Fev 03, 2010 3:19 pm

Fale aqui um pouco sobre o seu personagem original (lembrando que quem quiser jogar com canons deve postar um prelúdio no tópico anterior).

Nome completo:
Data de nascimento:
Origem:
Formação:
Traços internos de personalidade:
Comportamento (personalidade aparente):
História (pelo menos 20 linhas):
Situação atual:
Voltar ao Topo Ir em baixo
Giulietta Giordano
Moderação
Moderação
Giulietta Giordano

Feminino Origem : Romênia

Fichas Empty
MensagemAssunto: Re: Fichas   Fichas EmptySex Fev 12, 2010 5:03 am

Fichas Color-kurai-6

Nome completo: Giulietta Giordano

Data de nascimento: 01/10/1984

Origem: Romênia

Formação: Se educou sozinha em seus primeiros anos de vida, graduando-se na adolescência em instituições não-tradicionais. Por seu ótimo desempenho, foi recomendada á universidade de Oxford, onde alcançou com louvor o título de Doctor of Divinity, mestra no estudo da filosofia das religiões e professora regius de história eclesiástica. Por fora, estudou também sobre artes ocultas e ritos profanos, afim de "conhecer seu inimigo".

Traços internos de personalidade: Tem uma personalidade bifurcada, contantemente lutando contra o sadismo e prazer em causar dor que desenvolveu dentro de si pelo excesso traumático decorrente dos abusos que passou na infância. É descontrolada tanto para o lado bom quanto para o ruim, e por isso tende a agir como fanática em tudo o que faz. Preza muito pelas poucas pessoas a quem se apega, podendo sacrificar-se facilmente por essas.

Comportamento: É uma pessoa gentil, tímida e "fofa", apesar de agir apaticamente na maior parte do tempo e deter uma certa frieza em seus relacionamentos. É muitas vezes subestimada por seu modo "inocente" de ver o mundo, mas é sábia e meticulosa em tudo o que faz. Não se apega com facilidade ás pessoas, mas quando o faz é submissa e tende a realizar de tudo para agradar, mesmo que contra sua vontade. É fiel e fanática, especialmente no que diz respeito á sua crença e fé.

História:

Última descendente da família de poetas italianos Giordano, Giulietta era filha de uma humilde serviçal romena e seu mestre, um boêmio italiano. Foi uma criança problemática desde do seu nascimento - sua mãe, desnutrida pela péssima alimentação que o seu poder aquisitivo lhe possibilitava, morreu logo após dar á luz á criança.

Esta nasceu um bebê fraco, pequenino e com diversos problemas de saúde. Seu pai, acomodado e irresponsável, não querendo assumir o fardo que teria que levar, saía para as noites na cidade, gastando todo o dinheiro que ganhava a rodo em apostas e mulheres da vida, mantendo Giulietta trancada em seu quarto. Quando aparecia na casa, era apenas para alimentar a menina e comprar novas roupas para ela de vez em quando. Isolada do mundo em uma bolha hermética feita de trevas, sua única companhia eram os milhares de livros que a rodeavam.

Seu pai sempre a culpou pela morte de sua amante "favorita", tendo um desprezo muito grande pela própria filha. Por causa desta falta de afeto e contato com o mundo exterior, ela se tornou uma pessoa sozinha e com pouquíssima noção de socialização, sendo tímida e desconfiada o tempo inteiro.

Quando seu pai se cansava de cuidar dela e prolongava suas peregrinações pelas noites de Paris, Veneza e outras cidades, mandava a menina para instituições psiquiátricas, internando-a e assim poupando os gastos e o trabalho que tinha para cuidar dela. A pequena Giulietta presenciou coisas horrendas dentro destes manicômios, e passou abusos inimagináveis pela parte das autoridades e dos internos.

Ao fazer 10 anos de idade, seu pai, totalmente falido, a vendeu para uma associação de teatro de nobres decadentes. Lá eles a obrigaram a prestar serviços e satisfazer as vontades pervertidas de muitos boêmios e libertinos. O nível de abuso se intensificara muito mais. Era espancada pelo mais ínfimo erro, espancada de tal modo que aprendeu a suportar grandes quantidades de dor sem ter reação e se fechou numa concha de frieza e ódio reprimido. O estresse mental e físico a que era submetida era tão forte que seus cabelos se despigmentaram, tornando-se grisalhos.

Um dia, cansada demais de ter que passar por tudo o que passava, enveneou a comida que seria servida para um dos grandes jantares das companhias de teatro decadentes. Fez uma mistura letal de cianureto e neurotoxinas, visando dar uma morte lenta e sofrida áqueles a quem odiava.

Seu objetivo havia sido cumprido - observou a cada um deles se retorcerem até a morte, desfalecendo um por um. Aquela visão lhe perturbava muito, porém. Ela se sentia agora tão suja quanto aqueles seus abusadores, e com isso desenvolveu uma intensa esquizofrenia e sua personalidade se dividiu em duas: Um lado tímido e irremediável, deseperado e carente, o outro frio e insano, delusional e reativo.

Havia aniquilado todos eles, mas havia esquecido de um: seu próprio pai de sangue.
Atrasado para o evento, deu de cara com o espetáculo horrendo, e a garotinha apenas sentada abraçando os próprios joelhos, os olhos azuis sem brilho fixamente em veneração á tragedia. Ele a pegou pela gola do vestido, surrando seu corpo frágil e magro até o limite. Gritava: "Demônio, filha do inferno! Volte para as profundezas!", então a lançando contra a janela, fazendo com que caísse do lado de fora do teatro, em frente á uma igreja católica otomana.

O homem tomou para si uma espada, e avançou na garotinha com determinação a matá-la de uma vez por todas. Mas no exato momento em que a lâmina a atravessaria, o braço de seu pai foi parado por uma mão grande e firme: Era um homem alto e forte, de cabelos loiro-acizentados. Vestia uma roupa clérica, provavelmente um padre ou cardeal. Mas o que mais ficou marcado nos olhos de Giulietta foram suas feições fortes, como as de um um anjo vingador, e seus olhos verdes, vivos e brilhantes como olhos de serpente.

"O que está fazendo, homem?", ele perguntou ao pai de Jessica, os olhos chamejantes e as palavras fortes e constantes saindo de seus lábios.

"Essa menina...ela é filha do demônio!! Ela matou...matou todos os homens!!", respondia o pai, em parte extasiado, em parte embriagado, apontando para a o teatro libertino.

"Matou homens horríveis. Escória de nossa sociedade, pessoas que há muito viraram a face para Deus e caíram na perversão de Sodoma e Gomorra.", o homem replicava, segurando o pulso trêmulo do pai de Jessica com muita força. "São hereges, e acredito que o senhor também faça parte desta escória, engano-me? A mão de Deus pesa sobre os adeptos de práticas como essas.".

Sob a ameaça implícita da autoridade, o covarde boêmio largou a lâmina e saiu correndo como um rato até desaparecer na escuridão. A garota estava extremamente perturbada, os olhos vidrados, tremendo. O homem se agachou na altura da criança:

"Olá. Está tudo bem agora", ele sorriu.

Como se seu pescoço fosse a peça de uma máquina enferrujada, ela se virou em direção do seu "salvador" tetricamente, os olhos sem brilho e os lábios cerrados. Seu rosto e corpo estavam doendo o inferno, doendo o suficiente para que aquilo lhe incomodasse. Levou uma das mãos magras e compridas até o nariz quebrado, limpando o sangue lentamente, mostrando a palma ensangüentada ao homem. Estranhamente, seu sangue não era rubi vívido, mas de um preto tão negro quanto breu, e falou, as palavras torpes e trêmulas entre um sorriso rasgado a vermelhão em seu rosto:

"Olhe...meu sangue é negro...", dizia, as palavras fragmentadas. "Será minha alma também negra?"

O homem segurou suas mãos e a olhou dentro de seus olhos azuis. Com o dorso de sua mão, limpou o sangue cor-de-piche de seu rosto pequeno e delicado com suas luvas brancas.

"Qual o seu nome, menininha?"

"Giulietta. Giordano, Giulietta."

"Meu nome é Alexander Anderson. Me responda apenas uma coisa, pequenina...você acredita em Deus?"

A garota hesitou. Seus olhos eram como topázio fosco enquanto olhavam para o nada. Naquele momento ela pareceu esquecer de tudo e de todos, alguns segundos que pareceram-lhe uma eternidade. Quase mecânicamente, a criança apenas respondeu uma coisa.

"Minha vida nada vale. Se não por Deus, por que mais estaria viva?"

"Então sua alma está salva", ele disse enquanto bagunçando carinhosamente os cabelos alvos da criança, com um sorriso satisfeito no rosto. "Eu vou cuidar de você".

Ela sentiu algo em seu coração, algo diferente. Talvez fosse aquilo que eles chamavam de alegria. Pela primeira vez em sua vida a garota dera um sorriso verdadeiro, e falou, a voz se evanescendo como a de uma assombração que deixa um cômodo preso por uma velha maldição quebrada:

"N-nunca...ninguém...havia perguntado...meu nome...antes".

Após pronunciar estas palavras ela desfaleceu. Alexander Anderson a levou para o mesmo orfanato onde foi criado. Lá ela foi educada nos princípios católicos cristãos, estudando minunciosamente a Bíblia e as palavras de autoridades cléricas. Vivendo uma vida completamente diferente da que tinha até então, passou a dedicar sua forças a trilhar o caminho santo para expiar o sangue que manchava suas mãos, e fez da fé seu propósito de vida. Jurou para si mesma que faria de tudo para cumprir o propósito divino. Ao mesmo tempo, lutava contra seus traumas e sua escuridão interior, o instinto sádico e vingativo que residia em seu coração destruído como a sombra de um demônio. Por causa de seu sangue negro e da atitude fria e madura de Giulietta, as outras crianças passaram a lhe chamar de "Archangelo della Pietra" (Anjo de Pedra). Tinha uma ligação muito grande com o padre Alexander Anderson, o que influenciou no crescimento de sua personalidade fanática.

Por sua dedicação em firmar-se na sua fé, e por Anderson tê-la ensinado a se defender ao seu pedido após se realocar para o orfanato, em sua maioridade, foi recomendada ao Corpo della Gendarmeria, a polícia especial do Vaticano. Descobriu-se uma habilidade curiosa nos anos em que passou servindo como agente especial dessa divisão: Seu estranho sangue negro podia se solidificar e se liquefazer ao comando da moça. Com o tempo, ela dominou tal habilidade, descobrindo que podia criar diversas coisas com seu sangue, como lâminas e objetos pontiagudos, bem como podia solidificá-lo dentro do próprio corpo, minimizando o impacto de golpes e aumentando sua força física absurdamente. Ela acreditava que era uma arma que Deus havia lhe concedido para se tornar resistente ás agressões que receberia por sua fé cega.

Essa habilidade foi mantida em segredo, exceto para os ouvidos oportunos de uma instituição: A Organização Iscariot. Quando tal habilidade chegou aos ouvidos do arcebispo Enrico Maxwell, ela foi imediatamente convocada, em segredo, para tomar conta de missões secretas contra os mortos-vivos. Foi apresentada à uma vida ainda mais envolta em escuridão e desespero, onde demônios repousavam em cada sombra. Mas nem todas as forças do inferno conseguiriam rachar um coração de pedra, e nem toda a escuridão engulfar a fé que corria nas veias de sangue tão negro quanto o desespero de um anjo...


Situação atual: Continua exercendo seu cargo no Corpo della Gerdarmeria, mas é agente especial da Organização Iscariot, sendo uma das "cartas na manga" para a erradicação de Mortos-vivos, especialmente vampiros. Sua função na organização é semelhante á de Alexander Anderson, mas em uma "escala hierárquica" menor por sua inexperiência. Quando não requisitada pela Organização Iscariot ou pelo Corpo della Gendarmeria, dá aulas de teologia em uma faculdade em Roma. Habita em uma mansão no limite do Vaticano e Roma.

Spoiler:
 


Última edição por Giulietta Giordano em Ter Fev 16, 2010 5:15 pm, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sebastian Michaelis

Sebastian Michaelis

Masculino Origem : who knows...

Fichas Empty
MensagemAssunto: Re: Fichas   Fichas EmptyTer Fev 16, 2010 4:36 pm

Nome completo: Sebastian Michaelis

Data de nascimento: 19/03/1977

Origem: Inglaterra (pra inglês ver)

Formação: Bournemouth College para formação de Mordomos

Traços internos de personalidade: possessivo, vulcânico, controlador, orgulhoso.

Comportamento (personalidade aparente): frio, calculista, distante, modesto.

História (pelo menos 20 linhas):

Sebastian não é um homem comum. Ele sabe disso por possuir uma resistência física e agilidade acima do normal, mesmo para pessoas treinadas nas mais complexas artes marciais. Ele as excede em habilidades embora sem treinamento específico. Percebeu que havia algo de extraordinário em si mesmo ao tomar as primeiras aulas de equitação e esgrima no curso de formação para mordomos; praticamente já saiu andando a cavalo e esgrimindo, como se fossem coisas que soubesse intuitivamente, adiantando-se a aplicar técnicas, golpes e defesas antes mesmo do professor ensiná-los.

Além disso, demonstrou extraordinária facilidade no aprendizado de línguas, aprendendo francês, alemão, espanhol e italiano em tempo recorde e falando sem sotaques.

De pequeno ele chegou a ser atirado de um carro em movimento pela própria mãe, que gritava "Morra, criatura dos infernos!"

Às vezes, quando está nervoso, sua íris castanho-clara adquire tons avermelhados. Certa ocasião, na faculdade, ao ver a moça de que gostava se beijando com outro rapaz, Sebastian, profundamente desgostoso, lançou ao concorrente um olhar intenso e o cabelo do mesmo entrou em combustão "espontânea". Sebastian nunca conseguiu tirar da cabeça que teve alguma a coisa a ver com a ocorrência do incidente.

Na verdade ele fez o curso de mordomos pois foi adotado por um mordomo aposentado que seguiu a mesma formação de seu pai, avô, bisavô e tataravô, mas sem filhos não tinha como passar a tradição familiar adiante. O pai adotivo insistiu muito na importância da figura do mordomo entre os nobres da Inglaterra e ele mesmo havia servido um membro da Câmara dos Lordes; pretendia colocar o filho no mesmo cargo mas o lorde em questão já estava satisfeito com o mordomo substituto e acabou não contratando Sebastian. Mesmo assim ele serviu em casas importantes, não parando em emprego nenhum devido a pequenos "acidentes" gerados por seu temperamento explosivo. A uma primeira vista, ele não dá mostras de tê-lo, mas ocasionalmente acaba revelando sua verdadeira face, que acaba inspirando o medo dos patrões.

Sebastian não tem conhecimento das circunstâncias de seu nascimento, mas sabe que a mãe nunca gostou muito dele e tinha o costume de ficar agarrada em bíblias toda vez que ele aparecia por perto. O garoto sentia hostilidade da parte dela mas também medo, que provavelmente foi o que a fez poupá-lo até os sete anos de idade, quando finalmente teve a coragem de jogá-lo para fora de um carro em rápido movimento. Ele sobreviveu sem ferimentos graves, nem precisou ficar internado. A mãe desapareceu com o motorista do carro, que por sinal era seu amante.

Sebastian nunca soube quem é seu pai, apenas que a mãe o comparava a um demônio. "Filho do Cão!" ela dizia-lhe quando seus assados pegavam fogo dentro do forno. Ela culpava o menino. Chegou a tentar afogá-lo quando quis dar-lhe um banho de água benta mas vendo que ele reagia naturalmente a isso. O menino resistiu por dez minutos dentro da água até a vizinha aparecer e a mãe ter que soltá-lo.

Situação atual:

Atualmente Sebastian está desempregado, à procura de nova família de nobres que queiram empregá-lo.

Ele introjetou toda pregação ufanista do pai adotivo sobre mordomos. Que o mordomo é tudo mas ao mesmo tempo não é nada: ele tem que saber administrar toda uma equipe de empregados em uma mansão ou castelo, entender de jardinagem, culinária, etiqueta, decoração, saber falar várias línguas para receber os convidados internacionais do patrão, saber duelar esgrima para servir aos treinos do mesmo, andar destramente a cavalo para acompanhá-lo em caçadas, entender de veterinária para saber como criar sabujos, beagles e outros cães de caça, ter conhecimento de contabilidade para cuidar das finanças da propriedade, e tudo isso sem aparecer, sabendo dar o devido lugar ao patrão no centro das atenções, limitando-se a uma posição servil, mesmo sendo tão bom ou mais que o próprio patrão.

Sebastian é orgulhoso, porém, e não se sabe até quando se manterá nessa posição de vassalo profissional.

[Estou pensando no meu personagem se tornar uma espécie de monstro caçado tanto pela Organização Hellsing quanto pela Iscariot, mas eu teria que desenvolver a história dele através da campanha até chegar nesse ponto.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Otto

Otto

Masculino Origem : Portugal

Fichas Empty
MensagemAssunto: Re: Fichas   Fichas EmptyQua Mar 10, 2010 5:01 pm

Nome completo: Otto Bragança
Data de nascimento: 12/09/1978
Origem: Portugal,Lisboa.
Formação: Fez dois cursos de detetive profissional,usando sua identidade de Alcebíades.Estudou em uma escola secular em Lisboa e logo mais tarde fez seminário na arquidiocese de Juiz de Fora.
Traços internos de personalidade: Ele é um pouco temperamental,extremamente cinico e "sonso",possui uma risada muda.É um católico fanático como todos os participantes da Iscariots e honoris causa em sua religião.
Comportamento (personalidade aparente): Sua personalidade interna é a mesma de seu comportamente aparente.
História (pelo menos 20 linhas):

Otto nasceu em casa nobre em Portugal,Lisboa.Filho de mãe italiana e pai portugues ele sempre fora educado muito bem como toda familia nobre devia.
Porém como Portugal é um pais praticamente católico,ele se rebelava com o ensino religioso imposto em seu país porém nada dizia a seus pais,parentes muito menos amigos.Tinha a anomalia de dar vida aos santos e fazer assim,eles revelarem seu lado fanático,sempre obscuro em muitos.Porém não acreditava nisto.E só iria descobrir alguns anos depois de entrar para a Iscariots.
Fazendo 18 anos como todo jovem nobre,foi estudar na "colonia" - sua familia,apesar de falida ainda insistia em manter a pose de séculos atrás.Porém nunca mais voltou.Nem noticias.Seus pais morreram e não tiveram tempo de achá-lo.

- Decidindo se formar em cursos de detetives particulares,fez dois cursos com o pseudonome de Ancebiades.Sua indentidade era falsificada,feita por ele mesmo,ninguém nunca desconfiara dele.Sempre fora um garoto esperto.E sabia que seu poder de materializar santos era bastante poderoso.Ele carregava as estatuestas com ele e as usava.Quando o santo morre,é destruido ou Otto quer que ele volte para o objeto,ele é quebrado e o Bragança precisa de arranjar outra para abençoar novamente -

Chegou em casa satisfeito, carregando nas mãos o pesado troféu e embaixo do braço direito a caixinha azul, que guardava uma placa toda em ouro - homenagem da Prefeitura da cidade de São João do Porto ao seu mais distinto investigador.
Alcebíades era seu nome, e nos últimos 22 anos ajudara a pequena comunidade de nove mil habitantes, ao sul de Itararaguá, a manter a moral e a ordem, prendendo criminosos hostis que insistiam em perturbar a paz daquele povo tão pacato e feliz.
Primeiro foi aquele pobre infeliz, o Anastácio, homem trabalhador, assassinado a tijoladas pela amante jovenzinha, que estava grávida. Crime hediondo, um dos primeiros a arrancar o sono dos moradores, que até então só haviam visto violência e assassinatos pela televisão.
Nessa época, Alcebíades era ainda um jovem policial que iniciava sua carreira de investigador. Mal assumiu o posto e já se viu obrigado a resolver tão complexo caso, veja só.
E pouco mais de oito meses depois, outra vítima, outro crime aterrorizante: desta vez uma menininha, Carmelita, morta de jeito tão cruel pelo próprio pai!
São João do Porto foi parar até no Jornal Nacional, e não fosse a presteza e a habilidade de Alcebíades, até hoje os assassinos estariam à solta, representando enorme perigo à população tão idônea.
Seguido deste, outros crimes horríveis assolaram a cidadezinha nos anos seguintes: um morador de rua, queimado vivo por um viciado em drogas. Uma senhora já idosa, que todos os dias levava seu cachorro para passear na pracinha, acabou esquartejada junto de seu animal de estimação pela ex-empregada, que reivindicava mais dinheiro pelos serviços prestados. Uma estudante foi esfaqueada brutalmente pelo ex-namorado. Uma professora apanhou até a morte de um aluno, que dizia estar por ela apaixonado.
Não se sabe o que teria sido da comunidade, caso não pudessem contar com a eficiência de Alcebíades que, com um faro impressionante, descobria os mais obscuros e intrincados detalhes, encontrando provas em minúcias que passariam despercebidas para qualquer outro investigador.
Menos para ele.
Alcebíades comprovou que crimes perfeitos não existiam.
Não se ele estivesse no comando.
Ligou a luz da sala e acomodou o troféu em cima da estante, junto de outras medalhas e condecorações que recebeu ao longo de seus vários anos de serviços prestados. A placa em ouro colocou sobre a mesa de centro, e sentou no sofá para admirar o reconhecimento de seu trabalho.
Sorriu.
Era um cidadão honorário, homem de bem, respeitado e adorado. Poderia até se lançar para prefeito, se quisesse. Venceria facilmente, todos o consideravam um herói.
Um homem que prezava pela retidão e pela ordem.
Não fora fácil.
Chegara na cidadezinha com pouco mais de 29 anos, louco para trabalhar e mostrar sua habilidade para desvendar crimes, tal e qual via no cinema e nos seriados de televisão.
Para isso se tornara investigador: queria encontrar os assassinos, os bandidos, os criminosos, e colocá-los atrás das grades. Queria fazer justiça, as pessoas precisavam de justiça.
Precisavam ver os culpados punidos para continuarem com suas vidas seguras e felizes.
E ele estava ali para isso.
Acontece que São João do Porto não era exatamente a cidade que Alcebíades imaginava para firmar sua carreira brilhante de investigador policial. Tentou durante quase um ano transferência para uma cidade maior, mais violenta, mais emocionante, mais caótica.
Não conseguiu.
Só por isso, precisou cometer os crimes que iria, então, investigar.
E desvendar.
Não era um assassino, era um investigador, disso tinha certeza.
Mas que culpa tinha ele se haviam restringido toda sua perícia e genialidade a uma cidadela que não precisava nem de uma coisa nem de outra, pois não havia crimes, muito menos criminosos?
Até que foi relativamente fácil.
Cidade pequena, gente sem ter o que fazer, sabem como é: todo mundo fala da vida de todo mundo.
Com sua esperteza, logo encontrou quem poderia, potencialmente, ser seu criminoso.
E também quem seria a pobre vítima da vez.
Até por que, qualquer pessoa tem um motivo para matar e outro para morrer. Ele apenas uniu o útil ao agradável.
Assim todo mundo ficava feliz: ele tinha crimes para investigar, e os criminosos sequer precisavam se dar ao trabalho de matar – ele próprio se encarregava disso.
Isso sem falar na comunidade, que se sentia protegida graças a sua astúcia.
Olhou outra vez para a placa de ouro, reluzente, nela gravada em letras garrafais:

Ao nosso ilustre e imprescindível investigador Alcebíades Andrade,
pela competência, honra e coragem,
sempre em busca da proteção e da integridade
de nossos cidadãos.

Sorriu.
Era o ilustre e imprescindível investigador Alcebíades Andrade.
Sim.
Estava satisfeito.

Apesar de ateu,Otto decidiu ser católico.
Depois de alguns anos a vida estava monótona demais para Otto.Deixou sua identidade e fez outra,de modo mais simples agora,honestamente.Mudou de cidade,sumindo do mapa como fizera do mesmo modo em Portugal.De modo resumido,ele foi para Juiz de Fora,Minas Gerais.Se tornou missionários e em poucos meses se tornou padre no Seminários do Floresta.Secretamente,serve á Iscariots viajando frequentemente para o Vaticano e usando de seus dotes aprendidos na vida para dar excelencia ao trabalho.Carregando sempre algumas estatuetinhas de santo para materializá-los ou usar em prol da Igreja.Quando o santo morre,é destruido ou Otto quer que ele volte para o objeto


Situação atual: É padre e viaja frequentemente para a organização Iscariots,prestando freqüentemente serviços á ela.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ennis Demarcus

Ennis Demarcus

Masculino Origem : Inglaterra

Fichas Empty
MensagemAssunto: Re: Fichas   Fichas EmptyQui Mar 11, 2010 3:53 pm

Nome completo: Ennis Octavio Demarcus

Data de nascimento: 13/09/1952

Origem: Norwich, Inglaterra

Formação: Universidade de Norfolk, Marketing.

Traços internos de personalidade: mulherengo, aproveitador, metido

Comportamento (personalidade aparente): educado, respeitoso, modesto...

História (pelo menos 20 linhas):

Ennis nunca se destacou em nada que prestasse, mas isso nunca o impediu de ser arrogante.

Geralmente, usa-se a contestação mal-educada e a empáfia como formas de escamotear a insegurança inclusive pra si mesmo. Era o caso de Ennis. Ele não percebia isso e se mostraria muito reativo a quem quisesse apontar-lhe o fato, alegando que "psicologia não é ciência". Mas logo aprendeu a mascarar seus defeitos pra se socializar mais facilmente, pois, minimamente esperto, descobriu que ou ele mudava ou o mundo teria que mudar pra servir seus caprichos e se sujeitar à sua estupidez. Bem, eureka, o sistema não vai mudar por sua causa.

A sacação decisiva que o consagrou à malandragem aconteceu quando foi morar nos Estados Unidos, aos 28 anos, pra trabalhar na Adelman Advertising, graças à influência e contatos do abonado pai.

Lá logrou a alta façanha de ingressar na Mensa.

Começou com o catálogo telefônico. Procurar o número da Mensa seguindo as estritas regras alfabéticas tão comuns nos dias de hoje não seria coisa fácil. Preferiu seguir um esquema alfabético mais suave, mais indistinto; um que dá liberdade à mente para vagar e acabar defrontando-se com a palavra certa. Há um certo orgulho neste esquema. O dicionário é um perfeito exemplo de superalfabetização com todas as palavrinhas em seu lugar e suas regras inflexíveis. Chegava a lhe dar vontade de começar uma dieta de passas e gastar quase nada no sentido literal do verbo.

Desistiu do catálogo telefônico que com suas complexas passagens não o levou a lugar nenhum inúmeras vezes. Durante algum tempo tentou ligar ao acaso sem sucesso. Acabou batendo em 1-800 MENSA que estranhamente lhe respondeu com um longo silêncio do outro lado da linha. Meses depois, enquanto deixava a mente vaguear, deu-se conta de que "Mensa" não contém numerais suficientes para ser um número de telefone. Nesse instante, teve certeza de que estava sendo testado. Os verdadeiros vocacionados pra Mensa certamente teriam capacidade intelectual para descobrir os dois números da seqüência. Tentou ligar para Mensane, Mensail, Mensafe e Mensaps. Foi insultado três vezes e o quarto número era um fax.

Foi por puro acaso que acabou numa reunião social da Mensa no próprio edifício onde morava. E isso se deveu ao fato dele ter invertido o andar onde morava e em vez de ir para o décimo segundo acabou parando no vigésimo primeiro. Passou rapidamente pelos primeiros convidados e evitou cuidadosamente o anfitrião, que sagazmente identificou através do método dedutivo. Um detetive nato. Concentrou-se no tapete Oushak e começou a contar os nós por polegadas quadradas. Não havia dúvidas: os donos do apartamento tinham dinheiro.

A esposa do anfitrião, que atendia pelo sugestivo nome de Lola, estava passando necessidades terríveis de cunho íntimo, como sói acontecer a mulheres casadas com homens altamente eruditos, e Ennis era o único ali que conseguia entender e aceitar isso sem que ela precisasse colocar em metáforas goethianas ou equações de mecânica ondulatória. De fato, ela o excitava pelo simples fato de estar usando saia justa com corselete. De atender suas necessidades a Lola convencer o marido que Ennis era um gênio não foi senão um passo. Assim ele se tornou membro da Mensa, e o marido, um físico quântico, era, como tal, tapado o suficiente pra não perceber que Ennis estava dormindo com sua mulher.

Como ele estava a perigo na empresa, espertamente viu que deveria iniciar logo seu próprio negócio pra continuar se mantendo e começou a vender pela internet os vídeos das peripécias alcoviteiras entre Lola e ele. Quando ela descobriu, Ennis já havia juntado uma boa grana pra voltar à terra natal - e pedir mais dinheiro ao pai. Já na época ele contava 33 anos, mas devido ao fumo parecia ter 60.

Tendo gostado da experiência de fazer dinheiro fácil vendendo vídeos na internet, ele começou a variar os temas, como torturas ao vivo e execuções por corporações paramilitares, encomendando segundo o gosto do freguês. Até que descobriu o submundo vampírico e fez um acordo com os irmãos Valentine, onde lhes forneceria as vítimas e a fama na rede, e eles o entretenimento. Tornou-se assim uma espécie de carniçal até eles serem destruídos por Alucard.

Situação atual: Agora Ennis está atrás de encontrar outros vampiros que permitam a continuidade do negócio mais rentável que já teve em toda sua vida...
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sir Integra Hellsing
Administration
Administration
Sir Integra Hellsing

Feminino Origem : Inglaterra

Fichas Empty
MensagemAssunto: Otto   Fichas EmptySex Mar 12, 2010 11:03 am

Otto, sua ficha teve que ser recusada.

A Jana, autora do texto que vc copiou pra ser sua ficha, inclusive me confirmou me escrevendo:

"De fato, o texto é meu e está praticamente na íntegra.
Este texto foi publicado em uma coletânea, chamada Assassinos S/A, lançada ano passado. O mais engraçado, ou trágico, é que ele copiou inclusive um erro de digitação do título, que saiu Ancebíades ao invés de Alcebíades.
Que loucura isso, nunca tinha me acontecido. [plágio]
De qualquer maneira, agradeço muito tua atenção em me avisar.
Confirmo que o texto é meu, sim.
E também odeio plágio, e muito.
Avise-me sobre o que vai acontecer.
E no que eu puder ajudar, dê um grito.
Grande abraço!
Jana"


Otto, sinceramente meu desejo é banir você por cometer plágio.
Qualquer autor criativo, qualquer pessoa que produza uma arte de que possa se orgulhar, ODEIA ser plagiado.
Eu entendo a Jana pois compartilho dos mesmos sentimentos.

Peço que vc se retire do site. Plágio é crime sem perdão. É a única coisa capaz de me tirar do sério.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Otto

Otto

Masculino Origem : Portugal

Fichas Empty
MensagemAssunto: Re: Fichas   Fichas EmptySex Mar 12, 2010 11:56 am

Ok,pode me banir.Eu não estava ciente que copiar historias para um fórum era crime e tal,porque além do mais não foi um plagio.Não fiz por querer,pois copiei porque justamente achei a história muito boa.

Mas se quiser me banir ou me dar outra chance pode fazer o que quiser,eu já usei essa história em outros fóruns e não vi problema mas já que não gostou,decida o que irá fazer.Eu sempre entro em fóruns causando uma má impressão...
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Fichas Empty
MensagemAssunto: Re: Fichas   Fichas Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Fichas
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Hellsing :: Administrativo :: Fichas para outros personagens-
Ir para: