Hellsing

RPG sobre o anime Hellsing
 
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Sir Integra Hellsing
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Sir Integra Hellsing

Feminino Origem : Inglaterra

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MensagemAssunto: Canons   Canons EmptyQua Fev 03, 2010 2:55 pm

Crie aqui um texto com o personagem que você deseja interpretar, devendo conter no mínimo 20 linhas. Coloque-o atuando em uma situação concreta, onde coisas acontecem para que as características de sua personalidade fiquem demonstradas na prática.

O ganhador do papel será aquele que mostrar gramática mais apurada e mais criatividade na confecção do prelúdio.

Se você não passar no teste e outra pessoa ficar com o personagem pretendido, pode tentar teste de interpretação para outros papéis que não foram ocupados ainda. Neste caso, precisará trocar seu login.

E se, por fim, você não conseguir nenhum canon, ainda pode jogar com um personagem de invenção própria: neste caso, novamente, será necessário trocar o login para o nome do novo char.

Depois que alguém postar aqui o teste de interpretação, outros que quiserem concorrer ao mesmo papel terão uma semana para postar seus prelúdios. O que significa que um jogador pode ficar com um papel por falta de concorrência... Portanto, não perca tempo!!!

● Atualização 16/10/2010

Pessoal, os papéis de Alexander Anderson e Alucard já estão preenchidos.
Devido à nossa regra dos 7 dias, os respectivos players ganharam os papéis por falta de concorrência!

Que isso fique de advertência, temos várias inscrições mas poucas iniciativas em matéria de envio de ficha e prelúdio. Lembrem-se que sem isso não tem como ser aprovado para o jogo, e você corre o risco de perder o papel que desejava, por outro mais ágil na confecção de posts ter-se antecipado.

O jogo está começando, mas prevejo que logo os papéis principais começarão a ser tomados! Garanta seu lugar!


Última edição por Sir Integra Hellsing em Ter Fev 16, 2010 12:01 pm, editado 1 vez(es) (Razão : atualizações/papéis tomados)
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Padre Alexander Anderson
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Padre Alexander Anderson

Masculino Origem : são paulo

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MensagemAssunto: Re: Canons   Canons EmptySab Fev 06, 2010 2:55 pm

Anderson: O Paladino da Igreja

Nome: Alexander Anderson.

Idade: 60 anos (mas possui uma aparência de 30 e poucos, talvez por causa de "mágica").

Personalidade: Fanático, dedicado, psicótico, leal e impiedoso.

Roupa: Um tipo de batina cinza com outros detalhes religiosos.

Conhecido como: "O Baioneta", "O Assassino", "Anjo do Pó", "O Juiz" e "O Paladino da Igreja".

Ocupação: Caçador de Vampiro (Divisão XIII do Vaticano, agente especial)


"TESTE DE CANONS"


Seras Victoria já não estava sob o controle de Alucard, mas ela ainda serviu de bom grado a organização Hellsing. Seras Victoria já não estava sob o controle de Alucard, mas ela ainda serviu de bom agrado Sir Integra e sua Organização. Ela detestava o homem que estava em sua frente, que em mais de uma ocasião a deixava em situações humilhantes na frente de seu antigo mestre. No passado, a mera menção do padre Iscariotes sempre lhe causava medo, mas não mais. Ela iria provar para si e para o Paladino que ela na verdade era uma força a ser contada.

"E o que exatamente você acha que pode fazer contra mim, demônio?" Anderson insultado e com seu jeito arrogante de ser.

"Eu não sou o mesmo vampiro que você tratou no passado. Os tempos mudaram e eu também"

Anderson riu em pensar nas palavras ditas pela rapariga vampiro que ele deixava morrendo de medo."É mesmo?"

"Se não acredita em mim. pode me atacar com tudo o que você tem."Diz Seras Com um sorriso no rosto e a vontande de vitora nesse desafio.

"Com prazer demônio!"

Tomando iniciativa seras parte em grande velocidade aumentada ao longo dos anos, Seras evitou o banho de baionetas e pedaços de escrituras que voou com ela em todos os sentidos. Ela estava determinada a provar ao o Paladino e seu antigo mestre que ela mesma podia se proteger.Andeson arremesa uma baioneta no ar, Seras jogou a arma de volta com uma precisão perfeita em direção a garganta de Anderson.

Seus olhos se arregalaram com o choque que sentiu ,sua própria arma perfura seu corpo. Olhando para Seras anotou sua persona séria e determinada.Ela não era arrogante como Alucard. Não houve insultos ou sorriso de satisfação presunçosa. Ele viu apenas a determinação.Lentamente, ele tirou um Baioneta de sua garganta.

"Para ridicularizar o que disse mais cedo, minhas desculpas."

"Aceito." Diz Seras com um sorriso no rosto , puxando sua arma de grande calibre. " vc esta Pronto Padre?"

Ambos sabiam que a brincadeira acabou. Se quisesse um duelo sério, então ele iria dar a ela."vamos acabar com isso ser das trevas".reponde Anderson com um ar de satisfação ao encontrar um ser com um grande foça de vontade.

Assistindo a uma distância Alucard sorriu."Eu sabia que tinha feito um parente seu sangue a sua altura."
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Alucard
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Alucard

Masculino Origem : Transilvânia

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MensagemAssunto: Re: Canons   Canons EmptySab Fev 06, 2010 5:20 pm

Eu fiz um crossworld com Vampiro, a Máscara, achei que não teria problema já que o post deve ser criativo.
Resolvi explorar o lado caseiro do Alucard, uma vez que a privacidade dele raramente é mostrada no anime. Se ficou muito ruim, metam a boca, por favor, pra que eu possa fazer melhor.

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Alucard já estava ficando entediado. Fazia tempo que a organização Hellsing, certamente graças a ele, tinha conseguido controlar a epidemia de monstros na Grã-Bretanha. Mas é difícil para alguém muito poderoso e sabido ter rivais à altura, o que significa que se você pertence a esse grupo superior e não for atrás de desafios, ficando à espera de algo mais, sua vida vai se tornar bem maçante. A não ser que seja um acomodado.

Mas ele não era acomodado. Todos que conhecem um pouco de vampirologia sabe que os vampiros, quanto mais velhos mais fleumáticos vão se tornando, até por fim entrarem em torpor; o que ocorre, por exemplo, com os chamados Matusaléns. Embora conserve sua aparência de homem maduro, por volta dos 40 anos, pois foi quando Nasceu para as Trevas, Alucard tem na verdade mais de meio século, o que significa que é um Ancião respeitável. Não porém respeitável como outros de sua idade, circunspectos e solenes... ele pode parecer bem centrado, mas no calor da agitação ele se revela um estróina, um quase-malkaviano, disparando chistes sagazes, risadas de hospício ou no mínimo, como bem colocaria Alexander Anderson, sorrisos presunçosos.

Não obstante, ele não tinha como ir atrás de desafios... estava atado por laços de subserviência à soberana da organização Hellsing, Sir Integra, e portanto, a rigor, devia fazer o que ela mandava.

Da última vez que resolvera escapar e agir por conta, indo atrás de Incógnito, um antigo vampiro que, apesar disso, acabou sendo derrotado, Sir Integra viu-se atacada pelo inimigo, dado que Alucard a deixara desprotegida; foi quando uma vampira a hipnotizou para que Integra a tivesse na conta de irmã e assim permitisse sua entrada na mansão. Caso contrário, nenhum vampiro que não fosse convidado poderia adentrar a moradia dos Hellsing, devido a uma proteção mágica que Alucard deitou sobre a mesma depois da invasão dos irmãos Valentine. Alucard pertence ao clã tzimisce/da Romênia, tendo incorporado a Taumaturgia no seu repertório de Disciplinas. E como todo tzimisce, observa a tradição da hospitalidade: uma vez que outro seja convidado a entrar em seu território, esta pessoa, humana ou de outra natureza..., ganha pleno salvo-conduto dentro dele; não pode ser expulsa nem maltratada, pelo menos não pelo tzimisce. Felizmente, o mordomo de Sir Integra também é uma espécie de monstro que acabou dando conta do recado, mas Integra por pouco perdeu a vida.

Assim, sem ter o que fazer, aguardando ordens para "search and destroy" que nunca vinham, sentado no trono patético de sua masmorra, onde os Hellsing podiam mantê-lo preso se quisessem, Alucard ficava contando os pingos de uma goteira, já que como vampiro nem coçar o saco lhe proporcionaria qualquer entretenimento... "It sucks"... disse ele na língua de sua chefa. Naturalmente um trocadilho que lhe arrancou uma risada sem graça.

Seras se encontrava nos andares de cima, mas mesmo assim protegida num quarto sem janelas, podendo ainda se fechar dentro de seu caixão, embora não fosse este o caso, já que era noite.

Sangue embalado, fora do corpo, esses de hemocentro, carregado de heparina, pode nutrir o vampiro até certo ponto, mas não tem o mesmo sabor. Por isso Alucard às vezes se permitia servir-se dos empregados da mansão, embora sem matá-los, ao modo cuntactor... fazia-o enquanto dormiam, para não tomarem conhecimento; dificilmente sir Integra deixaria passar uma coisa dessas sem lhe dirigir uma dura repreensão. E ele se alimentava dela também, nunca que perderia a oportunidade de saborear sangue tão especialmente excitante... Se ela soubesse que ele lhe roubava Beijos... o empalaria... E ele se riu de novo.

- Ficar rindo com tanto trocadilho besta só pode ser o sintoma mais claro de tédio.

E tediosamente levantou-se da ampla cadeira estofada, de madeira ornamentada, que servia de trono para o Conde Drácula, não porque tivesse idéia melhor do que ficar sentado lá, afinal já havia se alimentado para a noite, mas porque Seras ainda lutava consigo mesma contra o se alimentar de sangue. Se ela continuasse por esse rumo acabaria submergindo na caquexia: o vampiro não atinge a Morte Final por não beber sangue, mas fica muito enfraquecido, entrando finalmente em torpor. Em um mundo de gato e rato, como é o universo-Jyhad dos vampiros, ficar indefeso desse jeito não é lá ato muito prudente.

Alucard, como Senhor de Seras, ou seja, o vampiro-pai, que a trouxera à Trevas, tinha a responsabilidade de ensiná-la. Ele podia se comunicar com ela por telepatia, mas sua figura altiva, de quase dois metros de altura, mais a imponência de seu porte literalmente régio, podia pressioná-la melhor a tomar as decisões mais acertadas. Portanto, teletransportou-se para o quarto de Seras surgindo na frente dela como um holograma inicialmente com problemas de transmissão, até se tornar mais nítido e por fim sólido, tudo isso em questão de poucos segundos. Ela havia sentado em sua cama com o rosto entre as mãos, enquanto na mesa à sua frente jazia o prato com sangue que ela chegara a verter da bolsa do hemocentro que fornecia secretamente para nutrir os monstros de Sir Integra. Seras não queria beber porque ainda estava naquela luta de neófito moralista contra a Besta que vinha se consolidando dentro de si.

Alucard não era de falar muito, a não ser no clímax do combate, quando ficava super-excitado e portanto mais tagarela, por isso ao invés de ficar insistindo num discurso que não dava mostras de dobrar Seras, resolveu levá-la para uma "caçada" real, já que sangue de hemocentro não era lá muito tentador mesmo. Resistir a sangue fresco escorrendo de uma carótida bem oxigenada, porém, não tem vampiro que consiga.

- Seras, me siga.

Ela já havia erguido a cabeça de entre as mãos para ver seu Mestre em toda sua majestade, e assim que recebeu o comando ergueu-se de pronto, repetindo o "Yes, Master" de sempre. Certa feita Alucard lhe oferecera a autonomia, mas Seras achava que não estava pronta para controlar sua própria não-vida. E não estava. Evidente que não estava...

Guiando a Cria, Alucard subiu escadas para chegar na ala de quartos dos funcionários, pensando que pescoço deveria abrir para tentar Seras, que o acompanhava com curiosidade, logo atrás da capa vermelha esvoaçante. Ele caminhava com solenidade, o que fazia contraste com seus momentos de estroinice, mas nele estas características aparentemente paradoxais se harmonizavam como um todo perfeitamente lógico.

Alucard passou reto pelo quarto das empregadas, achando que o novo jardineiro poderia tentar mais sua Criança. O vampiro era capaz de atravessar a porta como se fosse incorpóreo, um espírito, mas Seras, neófita, ainda tinha que usar o velho método de abrir e fechar a porta...

O jardineiro estava acordado e deu um pulo de susto, pois deitado em sua cama apreciava uma revista de orientação sexual duvidosa. Já Alucard, leitor de mentes, não tinha dúvidas sobre as preferências do rapaz, mas Seras não sabia e, em todo caso, o mesmo não iria lhe prestar nenhum outro tipo de favor senão servir de refeição à garota, no sentido literal e não metafórico, portanto até aí "no harm done" - pelo menos não às preferências do rapaz; no máximo uma anemia, um choque hipovolêmico, uma internação para receber transfusão de sangue, quiçá a morte. Alucard tinha o poder de transformar humano em zumbi ou não de acordo com sua vontade, coisa sobre a qual vampiros legítimos têm controle; Seras, sendo sua Cria, poderia simplesmente se alimentar e proporcionar uma aparência mais pálida à já doentia expressão do rapaz.

- Esse tipo de leitura faz mal pra pele - observou Alucard, mantendo o jardineiro sob controle mental para que não gritasse novamente.

Modestamente, o vampiro tirou do bolso interno do sobretudo um canivete e fez um corte numa artéria menor do pescoço do rapaz. O sangue escorreu e contaminou o ar com seu cheiro inebriante. Seras perdeu o controle e se atirou sobre a vítima. Fazia tempo que ela não se alimentava e vampiros não são conhecidos por sua força de vontade, mesmo Seras, que mais um pouco entraria em caquexia.

Alucard mediu o tempo e a sofreguidão da garota até que ela tirasse dois litros do rapaz. Mais que isso e ela o mataria. Teve que puxá-la à força pois aí a moça não conseguia mais parar.

- Você quer mais? - provocou Alucard. - Se beber um pouco de um corpo, mais um pouco de outro e assim por diante, ficará alimentada e não destruirá a vida de ninguém. - Arrastou-a até a janela de onde a atirou dois andares abaixo. Ela caiu sobre os pés sem nenhuma trinca em qualquer osso do corpo, com a voz do Mestre ecoando em sua mente:

- Saia e cace. Se você voltar sem ter reposto as energias, acabará sendo inútil pra organização.

E Seras obedeceu, não sabendo ainda se ele a aconselhava assim porque se preocupava com ela ou porque se preocupava com a reputação dele perante Integra, que decidira trazer a garota para servir a Mestra maior. Mas de uma coisa ela podia ter certeza: o primeiro lugar na mente do Mestre sempre pertenceria a Integra.

Quanto ao jardineiro... bem, afinal de contas, ter a atenção de Integra nem que fosse na forma de sermão seria muito melhor que a mesmice dos últimos dias...


off - no fim, o post ficou até meio auto-biográfico...
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Celas Victoria

Celas Victoria

Masculino Origem : Inglaterra

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MensagemAssunto: Re: Canons   Canons EmptySex Fev 19, 2010 11:55 am

Celas Victoria- Seguidora de Alucard

Nome: Celas Victoria

Idade: 19 Anos

Personalidade:
Estrovertida, Agil e espontânea.

Roupa: Uniforme feminino da Hellsing.

Conhecido como: Era chamada de "gatinha" por seus companheiros quando atuava na unidade das Forças Especias D11,tambem é muito conhecida por carregar seu enorme canhão Halconnen.

Ocupação: Caçadora de vampiros (Unidade de eliminação especial).

"TESTE DE CANONS"


- Mestre Alucard! É aqui? Não é mesmo - diz Celas segurando firme o seu canhão Halconnen.
O local era sombrio seus olhos já estavam acostumados com a grande escuridão do local, Celas colocava a mão sobre o gatilho caso algo fora do normal surja. Alucard Estava quieto, apenas diz para celas calar a boca e ficar quieta.
- Haa tudo bem mestre!
Passando pelo grande corredor se deparam com uma grande sala, o local estava cheio de mortos vivos, esses vampiros sangues sugas... isso a deixava com nojo Celas se recusa a beber sangue, temendo perder toda humanidade que lhe resta..Fazia o possível para se conter não beber seus sangues contaminados...
- Mestre ele deve esta por perto! Seus capangas estão aqui não é mesmo! – diz Celas disparando seu canhão Halconnen. Contra os vampiros a sua frente suas cabeças rolaram, partindo assim pára cima dos demais os batendo com o cabo de seu canhão o sangue jorrava, cobrindo seu corpo...
- Não posso, não posso beber! Tenho que agüentar, mestre continue eu cuido destes vermes! Ache o senhor deles e o destrua!



(off: aqui está desculpe se eu não interpretei ela muito bem é que eu to no começo do anime ainda mais vou fazer o possivel XD)

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Nash

Nash

Masculino Origem : Londres - Reino Unido

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MensagemAssunto: Re: Canons   Canons EmptyTer Fev 23, 2010 3:23 pm

Nome: Walter C. Dornez

Idade: 69 anos

Personalidade: Dedicado, submisso ,leal ,calmo ,discreto e racional.

Roupa:

Conhecido como: "Deus da Morte", "Caçador Lendario" e "Watson"

Ocupação: Mordomo da familia Hellsing (Ex- Lixeiro da Hellsing)

"TESTE DE CANONS"

Incompleta!
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Sir Integra Hellsing
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Sir Integra Hellsing

Feminino Origem : Inglaterra

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MensagemAssunto: Re: Canons   Canons EmptyTer Fev 23, 2010 4:33 pm

Olá, Nash, agora é só você postar um teste de interpretação, isto é, uma história com seu personagem que tenha pelo menos 20 linhas.

Nessa história seu personagem deve estar envolvido em uma situação concreta em que ele interage com outros personagens e de preferência resolve uma dada situação.
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Rip Van Winkle

Rip Van Winkle

Feminino Origem : Alemanha

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MensagemAssunto: Re: Canons   Canons EmptySex Fev 26, 2010 2:52 am

Nome: Rip Van Winkle

Idade: Indefinida mais aparenta ter entre 20 e 25 anos.

Personalidade: Atenciosa, sarcástica, calculista e um pouco tímida

Roupa: Paletó preto, camisa rosa, calça preta e uma corrente de prata com uma suástica pendurada no pescoço.

Conhecida como: A Franca Atiradora

Ocupação: Tenente da Millenium


- TESTE DE CANONS -


- “Mein Sohn, nur Mut!
Wer Gott vertraut, baut gut!”


Cantarolava Rip Van Winkle enquanto passava um lenço no seu rifle. Estava sentada na sua cama em seu quarto na base secreta da Millenium organização nazista na qual ela fazia parte. Rip sabia que a hora de agir estava chegando, se sentia especial pois fora escolhida entre várias outras pessoas para um dos postos de Tenente.

- “Jetzt auf! In Bergen und Klüften
Tobt morgen der freudige Krieg!”


Ouve-se o som de batidas na porta, era Zorin sua colega de trabalho avisando-a para comparecer a sala de reuniões mais tarde. Rip terminava de lustrar seu rifle e o colocava encostado na parede atrás da porta, saia do seu quarto e o trancava, a chave colocava no bolso direito da calça. Começava então a andar pelos corredores do local, sorria e voltava a cantarolar a mesma canção.

- “Das Wild in Fluren und Triften,
Der Aar in Wolken und Lüften
Ist unser, und unser der Sieg!
Und…"


Rip é impedida de terminar a música, Yan Valentine, um vampiros rebelde e que adorava irritar todos que o rodeiam...principalmente mulheres...

- Haha ora ora...onde vai toda alegre assim ‘tábua’? – dizia Yan sorrindo maliciosamente.

- Onde eu vou ou deixo de ir não é da sua conta. Idiota. – dizia Rip num tom sério fitando o outro.

Num movimento rápido Yan segurava no queixo de Rip e o apertava com certa força, se aproximava do rosto dela o a olhando com um olhar penetrante deixando Rip meio desconfortável.

- Não devia falar assim comigo sua vaquinha malhada. – Yan falava em seu tom de deboche natural, continuava a sorrir e colocava o dedo indicador em cada sarda do rosto de Rip.

- M-me solta seu inútil! – Rip tentava empurrar o outro sem muito sucesso.

- Solta ela Yan! – Luke Valentine aparecia no outro canto do corredor e ia se aproximando dos dois a passos lentos.

- Qual é mano? Eu só to brincando com a tabuinha. Hehe – Yan soltava o queixo de Rip e ficava olhando de cima a baixo para ela.

- Chamar uma mulher de tábua...definitivamente você não sabe tratar bem uma lady. – dizia Luke olhando para o irmão com certa decepção.

- Mais eu to mentindo? Olha só pra ela! Mais seca que uma vassoura! Hahaha. Mais acho que ainda dá um cal...

Luke dá um tapa na cabeça de Yan antes que este termine a frase, Yan vira para seu irmão e mostra o dedo do meio, dá meia volta e sai resmungando.

- Fica com ela então…para que eu vou querer um cabo de vassoura? Hunf

Logo Yan sumia de vista deixando os dois sozinhos no corredor. Rip ficava meio sem graça e suas bochechas coravam um pouco, Luke ficava olhando para ela e dava um pequeno sorriso, Rip não conseguia encará-lo, não sabia bem o porque.

- Está tudo bem com você? – perguntava Luke com certa preocupação.

- E-está sim – gaguejava Rip, ainda sem olhar para ele.

- Se meu irmão voltar a fazer essas brincadeirinhas de mal gosto com você me avise...ele precisa aprender a tratar uma dama.

Rip tomava coragem e olhava para Luke, suas bochechas coravam ainda mais, sem conseguir responder ela acenava um ‘sim’ com a cabeça.

- Bom eu tenho que ir. Até mais my lady. – Segurava em uma das mãos de Rip e dava um beijo, olhava para ela, virava-se e logo ia embora.

Seu coração disparou ao sentir aquele beijo na mão, Rip nunca havia sentido isso antes, ela abre um sorriso tímido e acena um ‘tchau’ com a mesma mão que Luke havia beijado. Depois de tudo Rip ajeitava seus cabelos para trás das orelhas e continuava o seu caminho em direção a sala de reuniões.
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